COMPROVAÇÃO CIENTIFICA

Estudos neurobiológicos recentes indicam que nosso intelecto controla menos de 5% de nosso comportamento.
[John A Bargh, Formação/Ativação de objetivos /Ativação e Busca do Objetivo Inconsciente.]

A crença popular acredita que as metas sâo ativadas e orientadas pela mente consciente, porém em uma série de 5 experiências, foi comprovado que:

1) As metas são ativadas pela mente consciente e inconsciente.

2) Shiffrin e Schneider afirmam que metas ativadas pela mente consciente são inflexíveis.

3) Bargh, John A. e Tanya L. Chartrand afirmam que metas ativadas pela mente insconciente são flexíveis e fazem com que se tornem mais possíveis de serem alcançadas.

4) Hassin, Bargh e Zimerm defendem que a mente inconsciente é responsável por 95% das suas decisões. De acordo com neurocientistas cognitivos, estamos conscientes de apenas 5% de nossa atividade cognitiva.

Assim, a maior parte de nossas decisões, ações, emoções e comportamento depende dos 95% de atividade cerebral que está além de nossa consciência.

Fonte: http://www.lifetrainings.com/Your-unconscious-mind-is-running-you-life.html

 

HIPNOSE ERICKSONIANA

O consciente não se sente confortável com mudanças, mesmo que sejam de nosso interesse. Sua resposta à mudança de comportamento é rígida e unidimensional.  Neurologicamente quase todas as mudanças de comportamento e reformulação de hábitos e padrões de vida começam e são controladas por nosso inconsciente.  Para mudar o comportamento de forma efetiva é necessário mandar informação diretamente ao inconsciente. Para alterar de forma eficaz antigos padrões de comportamento,  a informação deve ser: diretamente indireta, não manipulatória e ter a intenção apenas de informar, acrescentando novas informações às antigas. [Erickson dizia que não é possível  instruir o inconsciente de forma consciente e que sugestões autoritárias enfrentariam resistência.  O inconsciente responde a aberturas, oportunidades, metáforas, símbolos e contradições. A  sugestão hipnótica eficaz deve, então,  ser “ardilosamente vaga”, deixando espaço para o sujeito preencher as lacunas com seu próprio entendimento inconsciente – mesmo que não consiga entender, de maneira  consciente,  o que está  acontecendo. •  Lankton e Lankton, A resposta interior 1983/2008, Crown Publishers. 

Gilligan, Stephen.  Transes Terapêuticos: O princípio de cooperação na hipnoterapia Ericksoniana.  New York: Brunner/Mazel, 1987.

[Rossi e Rossi, O que é sugestão? A neurociência da heurística de processamento implícito nas terapias hipnóticas e psicoterapia, American J. of Clinical Hypnosis, 49:4 2007].

Nosso inconsciente preocupa-se com nosso desenvolvimento saudável e evolução. Quando o inconsciente recebe informação de forma indireta e percebe que é de nosso interesse em muitos níveis diferentes, ele automaticamente começa a processar e reprocessar, de maneira a buscar uma posição mais madura e afirmativa da vida. O inconsciente é muito mais inteligente que qualquer analista ou que nosso intelecto no que diz respeito a redefinir nosso comportamento. Cada um dos nove textos foi cuidadosamente construído, por meio do uso de uma série de estratégias Ericksonainas que falam diretamente a nosso inconsciente.

[Adler, Stephen,  Paul, Ph.D., Hipnose Ericksoniana: Estratégias de comunicação eficaz, QualityMark, 2010] Estudos recentes também mostram que várias partes de nosso cérebro controlam diferentes aspectos de como nos sentimos e como nos comportamos. Cada texto foi construído para conectar-se com áreas específicas de nosso cérebro de maneira a promover reformulações, novas e mais produtivas, de comportamentos que levarão o cliente a poupar mais e interessar-se no investimento do dinheiro poupado. [Jensen MP “Um modelo neuropsicológico da dor: pesquisa e implicações clínicas.”O diário da dor: o diário oficial da

Sociedade Americana da Dor 2010 Jan; 11; 1; 2-12].

[Mark Jensen, Hipnose para tratamento de dores crônicas: guia do terapeuta, Oxford University Press, 2011]. Assim, o cliente aprende inconscientemente sem ao menos perceber que está aprendendo algo. O novo comportamento evolui a partir de sua própria vontade inconsciente.